Paulo e Daniel e a casa assombrada - Izabella Silva
Paulo e Daniel e a casa assombrada
Era uma vez dois garotos chamados Paulo e Daniel. Paulo era um garoto bem corajoso e alto. Já Daniel era medroso e tinha cabelo cacheado. Eles adoravam mistérios, até o dia em que uma vizinha chamada Carmem disse que estava com medo de uma casa que fazia barulhos estranhos. Ela queria que eles fossem lá ver. E, sem hesitar, eles aceitaram. Fazendo pesquisas a fundo, eles descobriram que a casa era de um milionário que morreu de desgosto com a morte de sua esposa.
No dia seguinte, eles foram à casa. Lá, descobriram que a mulher do milionário havia sido assassinada pelo marido da vizinha, Carmem. Eles decidiram se dividir e, enquanto Paulo entrava em um quarto, ele ouviu o grito de Daniel. Quando ele entrou no quarto, se deparou com Daniel amarrado e o fantasma do homem que disse:
— Quem mandou vocês aqui?
— Fomos mandados pela nossa vizinha Carmem — disse Paulo.
— Então, traga ela para mim, pois se você não fizer isso, seu amigo virá comigo — disse o fantasma.
Nesse momento, Paulo deu um telefonema para Carmem que hesitou no momento, mas foi. Quando ela pisou o pé na casa, a porta se fechou e, enquanto corriam, os meninos ouviram gritos e barulhos. E assim, eles aprenderam a não mexer com criatura alguma.
No dia seguinte, eles foram à casa. Lá, descobriram que a mulher do milionário havia sido assassinada pelo marido da vizinha, Carmem. Eles decidiram se dividir e, enquanto Paulo entrava em um quarto, ele ouviu o grito de Daniel. Quando ele entrou no quarto, se deparou com Daniel amarrado e o fantasma do homem que disse:
— Quem mandou vocês aqui?
— Fomos mandados pela nossa vizinha Carmem — disse Paulo.
— Então, traga ela para mim, pois se você não fizer isso, seu amigo virá comigo — disse o fantasma.
Nesse momento, Paulo deu um telefonema para Carmem que hesitou no momento, mas foi. Quando ela pisou o pé na casa, a porta se fechou e, enquanto corriam, os meninos ouviram gritos e barulhos. E assim, eles aprenderam a não mexer com criatura alguma.
Por Izabella Silva

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